Extração de Minério da CVRD em 1970

Extração de minério da Companhia Vale do Rio Doce na década de 70, verdadeira relíquia audiovisual, vale muito a pena ver!

Carajás - O Ferro que vale ouro

A Rede Record através do Jornal da Record fez em 2008 uma série de reportagens sobre o minério de ferro de Carajás, quem não viu acompanhe:






Simulador da Vale


A Vale possui um simulador que possibilita a reprodução fiel de toda a sua malha ferroviária em tecnologia 3D. O objetivo é treinar maquinistas com uma tecnologia de ponta totalmente brasileira, que resultará em mais segurança nas operações, economia de combustível e redução de desgaste das locomotivas e vagões.

O simulador de realidade virtual reproduz as malhas das estradas de ferro Vitória a Minas (EFVM), Carajás (EFC), Norte Sul (FNS) e Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) que, juntas, somam mais de 10 mil quilômetros de linha. A imagem produzida em 3D é capaz de mostrar o comportamento do trem, ao longo de todo o trajeto de uma ferrovia, sob diferentes condições climáticas, como sol, neblina e chuva.

Por meio de um sistema de georreferenciamento, o simulador também pode criar diferentes malhas ferroviárias, que não existem, e projetar situações de risco como, por exemplo, animais cruzando a linha do trem durante a noite.

O simulador considera também, em um ambiente de realidade virtual, todas as características de um trem, como aderência da roda ao trilho, eficiência da frenagem, de tração e do freio dinâmico, tempo de percurso, consumo de combustível e procedimentos de segurança.

A tecnologia utilizada no simulador permite que a supervisão do treinamento seja via internet, ou seja, um supervisor pode controlar, simultaneamente, mais de uma área de treinamento em local remoto.

“Os códigos utilizados no simulador de trem foram desenvolvidos no Brasil, o que acaba com a dependência dos sistemas importados. Tanto a Vale quanto a USP acumularam muito conhecimento na área, principalmente no que se refere ao comportamento dinâmico do trem. A experiência agora pode ser replicada em outras áreas da companhia.”, afirma Roberto Spinola Barbosa, professor e pesquisador da Escola Politécnica da USP.


A Supervia terá trens da Alstom


Uma fábrica provisória de trens da empresa francesa Alstom será construída em Deodoro, na zona oeste da capital fluminense. O custo da obra será R$ 300 milhões. No local serão montados 20 trem comprados pela concessionária Supervia e deve impulsionar a recuperação da indústria ferroviária no Estado. A avaliação foi feita nesta segunda-feira (03/12) pelo secretário Estadual de Transportes, Julio Lopes."

O Rio esperava há décadas a recuperação de sua indústria ferroviária. O Estado já foi um dos maiores em fabricação e conservação de trens e tinha perdido essa condição", disse Julio Lopes. A expectativa é que a fábrica monte os 20 trens, com a perspectiva de também construir os veículos leves sobre trilhos (VLTs), além de composições para o metrô para a capital fluminense.

A unidade fabril será instalada em um terreno da Supervia, de 32 mil metros quadrados, em Deodoro, com a previsão de gerar no primeiro semestre de 2013 cerca de 70 empregos direto. Na etapa da construção dos trens, com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), serão 50 empregos diretos e 150 indiretos.

A antecipação da compra de 20 dos 80 novos carros previstos para ser entregues no período entre 2016 e 2020, dentro da concessão que vai até 2048, está dentro da meta de investir no sistema R$ 2,4 bilhões no período, sendo metade, contrapartida do governo estadual. O foco são eventos que o Rio receberá nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014.

O presidente da Supervia, Carlos José Cunha, disse que, ao contrário de empresas chinesas que construíram os trens entregues este ano, a Alstom ofereceu ganho de tecnologia e tem duas fábricas no País, em São Paulo. "Os trens chineses que estão chegando são maravilhosos, mas temos dificuldade enorme de acompanhar a fabricação e a manutenção", disse.

Veja no vídeo abaixo a estrutura de uma fábrica da Alstom onde o canal NatGeo através do programa Mega Máquinas, mostra a unidade da Alstom de São Paulo:

Campanha: Dancem mais...

Seria ótimo se ao invés daqueles celulares com músicas altas e pertubantes, as pessoas resolvessem dançar durante suas viajens de trem ou metrô.

Casal aproveita o tempo da viajem e dança um pouco no metrô do Rio de Janeiro.

Rapazes dançando break no metrô de Nova York nos Estados Unidos.

Flash Mob na estação de Mumbai na Índia.

PS: Se forem dançar evitem os horários de pico, escolham um vagão vazio e o mais importante, não dancem funk!

Falando mais um pouco de segurança

 Foto de Latuff em Santos Dumont - MG

Você que acompanha o nosso blog deve ter notado que estamos falando sempre de segurança, é que ficamos imprecionados e indignados com o descaso de algumas pessoas que não respeitam os sinais nas passagens de nível, aquelas que acham nunca vai acontecer nada com elas, é aí onde mora o perigo.

Abusos como este mostrado na foto são mais comuns do que você imagina, não é só em um local ou cidade que isso ocorre, más sim em todo lugar onde há uma passagem de nível, as pessoas hoje em dia não querem esperar nem se quer um minuto e não fazem idéia do perigo que correm.

Preste bem atenção nesta campanha feita para a tv australiana, aqui no Brasil deveriam fazer o mesmo, afinal a conscientização é o caminho para a segurança plena em nossas ferrovias.

"Os trens são grandes, muito rápidos, e não podem parar imediatamente. Só atravesse a via, NUNCA caminhe sobre ela. Quando um trem terminar de passar fique atento a outra linha para ver se não vem outro trem. NÃO BRINQUE COM TRENS, PARE E PENSE."

"Os trens não podem desviar de você, olhe atentamente os sinais em uma passagem de nível, e nunca entre em uma se não tiver a certesa que vai dar tempo de sair, você não quer chegar ao mesmo tempo que o trem em uma passagem de nível. NÃO BRINQUE COM TRENS, PARE E PENSE."

Fotos da Semana - O Fotografo Ferromodelista

Fans de ferromodelismo muitas vezes fotografam suas locomotivas e trens em miniatura colocados em maquetes realistas, mas para o seu projeto intitulado “The Canadian: Ghost Train Crossing Canada” (O Canadense: Trem Fantasma Cruzando o Canadá) o fotógrafo Jeff Friesen decidiu usar o mundo real como plano de fundo. 

Ele fotografa seu trem em vários locais ao ar livre por todo Canadá. Em algumas das fotos, fica bem difícil dizer se o trem é um brinquedo ou real. Friesen diz que seu objetivo era documentar a beleza de seu enorme país de uma forma criativa.

"Minha experiência de atravessar o país foi feita com o trem, mas não no sentido usual ... Eu que carreguei o trem ao invés de ele me carregar, pois ele cabe dentro da minha mochila."

Fique com algumas fotos da bela arte de Jeff Friesen, clique na foto para ampliá-la:
 
Acesse o site do fotografo Friesen clicando aqui e veja todas as fotos da coleção.

Um trem no espaço

Ron Fugelseth, trabalhou junto com seu filho, de 4 anos de idade, para dar ao brinquedo favorito dele, o trem Stanley, um passeio divertido e emocionante no espaço. Eles construíram um equipamento composto de um balão meteorológico, uma caixa de isopor, uma câmera de vídeo HD, e um celular velho com GPS.

O brinquedo foi então colocado do lado de fora da caixa através de uma haste, posicionada com a câmera apontada para Stanley e com o mundo ao fundo. Quando Stanley chegou a 18 quilômetros acima do solo, o balão estourou, terminando a viagem de ida e iniciando uma rápida viagem de volta a terra.

Usando as informações do GPS, pai e filho foram capazes de recuperar a sonda a 43 km de distância do local de lançamento, dentro de um campo de milho. O pai então pegou a filmagem, animou os olhos de Stanley, e criou esse belíssimo curta metragem:

Fonte: PetaPixel